Felipe Neto é alvo de campanha de difamação e questiona: ‘Quem paga esses robôs?’

O youtuber Felipe Neto se tornou alvo de uma campanha de difamação desde o último final de semana. Além da hastag #PaisContraFelipeNeto, uma publicação que mostra o carioca com unhas pintadas também viralizou nas redes sociais nesta segunda-feira (9).

A postagem afirma que Neto está “ensinando o fantástico mundo dos travestis, falando mal dos evangélicos e cristãos de um modo geral, […], aborto, drogas, desarmamentos e que bandidos são vítimas da sociedade”, diz o texto.

As publicações falsas têm sido disseminadas depois que o yotuber decidiu patrocinar uma campanha na Bienal do Rio de Janeiro evento no último sábado (7). Ele comprou e distribuiu gratuitamente 14 mil livros que trazem temas ou personagens do universo LGBT, após a prefeitura do Rio de Janeiro enviar fiscais para o evento em busca de livros essa temática.

“Os BOTs agora estão alucinadamente compartilhando imagens que dizem que eu levo sexo para crianças, as seduzo para o maravilhoso mundo de travestis (sério, com essas palavras) e que eu ensino crianças a usarem drogas. Esses BOTs precisam ser investigados, quem paga? De onde vem o dinheiro?”, questionou o youtuber, em sua conta do Twitter.

Nesta segunda-feira (9), o cientista de dados Fábio Malini, da Universidade Federal do Espírito Santo, analisou o ciclo viral da hastag #PaiscontraFelipeNeto e concluiu que o primeiro tuíte de ataque contra Felipe Neto foi de autoria do deputado Carlos Jordy, do PSL do Rio de Janeiro.

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